O Brasil começou da pior maneira a sua participação na Copa América, competição a decorrer na Venezuela, sofrendo uma derrota (0-2) diante do México, em embate respeitante ao Grupo B.
Aproveitando a má prestação dos comandados de Dunga - que surpreendeu ao deixar o guardião portista Helton no banco dos suplentes, apostando em Doni -, os mexicanos inauguraram o marcador aos 22 minutos, com Castillo, num bom lance individual, a superar toda a defesa do escrete.
Aproveitando a má prestação dos comandados de Dunga - que surpreendeu ao deixar o guardião portista Helton no banco dos suplentes, apostando em Doni -, os mexicanos inauguraram o marcador aos 22 minutos, com Castillo, num bom lance individual, a superar toda a defesa do escrete.
Mal refeitos do "choque" (os brasileiros podiam ter-se colocado na dianteira, caso o árbitro não tivesse invalidado, por fora-de-jogo inexistente, um golo ao ex-portista Diego logo aos 6'), os jogadores sul-americanos sofreriam novo golpe quando, aos 29', Morales, na cobrança perfeita de um livre directo, ampliou a diferença.
Na segunda parte, com a entrada de Anderson, recente aquisição do Manchester United, o Brasil melhorou ligeiramente de produção. E com Robinho sempre em grande destaque, o escrete construiu algumas ocasiões para reduzir. Porém, a desinspiração colectiva na hora do remate, aliada a alguma infelicidade, impediu a obtenção de um golo que fosse.
Nos derradeiros instantes seriam mesmo os pupilos de Hugo Sanchez a desperdiçar boas oportunidades para dilatar o "placard", com destaque para o último lance da partida, onde Castillo (prestação muito conseguida, pese algum individualismo) a rematar ao lado, já depois de ter driblado Doni e quando ninguém estava entre ele e a baliza...
Na segunda parte, com a entrada de Anderson, recente aquisição do Manchester United, o Brasil melhorou ligeiramente de produção. E com Robinho sempre em grande destaque, o escrete construiu algumas ocasiões para reduzir. Porém, a desinspiração colectiva na hora do remate, aliada a alguma infelicidade, impediu a obtenção de um golo que fosse.
Nos derradeiros instantes seriam mesmo os pupilos de Hugo Sanchez a desperdiçar boas oportunidades para dilatar o "placard", com destaque para o último lance da partida, onde Castillo (prestação muito conseguida, pese algum individualismo) a rematar ao lado, já depois de ter driblado Doni e quando ninguém estava entre ele e a baliza...
Terá o Brasil sentido a falta de Kaká e Ronhaldinho?




































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