
E pronto, adeus Bélgica! Com o resultado desta noite a Bélgica ter-se-á despedido da hipótese de vir a qualificar-se para o Europeu de 2008, somando 4 derrotas na fase de apuramento.
Durante o jogo, Portugal foi superior e criou muitas oportunidades de golo, concretizando apenas duas delas, a primeira por Nani, um fabuloso golo de dentro da área, e Quaresma, um pontapé de fora da área que surpreendeu o guarda-redes pela sua velocidade.
O árbitro, Martin Hansson, foi uma nulidade, e o melhor que fez durante muito tempo foi não apitar nada, porque quando o fez foi quase sempre questionável. O pior deste incrível Franken-árbitro foi a maneira como lidou com as lesões dos atletas, em especial portugueses, ignorando-os e deixando-os passar largos minutos deitados no relvado sem autorizar a equipa médica a entrar em campo. Para finalizar a sua memorável e medíocre actuação, expulsou Hugo Almeida (vermelho directo) por uma pretensa entrada por trás que, mesmo em câmara lenta não fica totalmente esclarecido que tenha existido.
Em campo, Petit esteve sólido e manteve a equipa com um núcleo de meio campo eficaz, o que facilitou a tarefa de Tiago e Deco que passaram mais tempo no ataque. Deco terá sido o jogador que mais faltas sofreu, sendo a maior parte ignoradas pelo árbitro. Quaresma esteve oscilante, mas contribuiu para a fixação dos laterais da Bélgica na defesa. Nani esteve muito bem, criando muito perigo em várias ocasiões e pondo em sentido a defesa belga por mais de uma vez, tendo por isso sido nomeado pela UEFA o Homem do Jogo. Apenas uma nota para as dificuldades de acerto entre Ricardo e a defesa, especialmente com Fernando Meira.
Do lado belga, apenas Mpenza e Fellaini se destacaram, o primeiro pelo perigo que se sentia quando fazia ataques e o segundo por ter aproveitado a sua estatura e desconcentração da defesa portuguesa para marcar o único golo dos flamengos.




































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